sexta-feira, 6 de maio de 2011

AS MODERNAS GUERRAS DE ISRAEL


Sem dúvida que nós vivemos numa época privilegiada. Tenho certeza que estamos ao término da Sexta Dispensação Bíblica: A Dispensação da Graça (Efésios 3:1-2).
            Uma das marcas do fim de uma Dispensação é o fato de eventos que são característicos e que são necessários da próxima Dispensação começarem a ocorrer dentro da Dispensação atual. Por exemplo, antes e perto do término da Dispensação da Lei (anterior à da Graça) alguns eventos da próxima Dispensação começaram a acontecer (ministério de Jesus Cristo, principalmente Sua ressurreição; promessa da vinda do Espírito Santo, com sinais visíveis de como Ele viria, como em João 20:22; a Grande Comissão da Igreja, que é dada ainda no término da Dispensação da Lei). Todos esses acontecimentos se dão numa espécie de transição, uma vez que a Dispensação da Graça tem realmente seu início em Atos 2, por ocasião da descida do Espírito Santo, em Quem todo convertido, a partir de então, é batizado, selado, feito morada e unido em Cristo para sempre.
            Por isso, regozijamos com alguns fatos da Dispensação do Milênio (a próxima) estarem acontecendo em nossos dias:
            1 - O retorno em massa dos judeus para Israel provenientes de todas as partes do mundo – Ezequiel 37:21
            “Dize-lhes pois: Assim diz o Senhor Deus: Eis que eu tomarei os filhos de Israel dentre os gentios, para onde eles foram, e os congregarei de todas as partes, e os levarei à sua terra.”
(vejamos estes três testemunhos: Ezequiel 39:25, 28; Isaías 43:5-6; e Jeremias 16:14-16)

            2 – A criação impressionante da nação judaica moderna, em 29 de novembro de 1947, como cumprimento de Isaías 66:8
            “Quem jamais ouviu tal coisa? Quem viu coisas semelhantes? Poder-se-ia fazer nascer uma terra num só dia? Nasceria uma nação de uma só vez? Mas Sião esteve de parto e já deu à luz seus filhos.”
            Fato esse tão incrível de acontecer e de forma tão espantosa (num só dia nascer uma nação!) que o escritor judeu Meyer Levin, em seu livro “Israel – de Abraão a Dayan”, descreveu que no momento em que se transcorria a Assembléia da ONU, um arqueólogo israelense em Jerusalém, chamado Sukenik, decifrava uma poesia encontrada juntamente com os manuscritos do Antigo Testamento, nas cavernas de Cunrã, providencialmente encontrados naquela tão importante época. No momento que os Estados Unidos voltavam “sim” para a criação do Estado Judeu na terra de Israel, e a votação atingia os dois terços requeridos para a aprovação, Sukenik terminava a sua tradução de uma poesia de dois mil anos:
Eu te agradeço, YaHWeH,
Eu fui expulso do meu lar, como pássaro do seu ninho,
Eu fui derrubado, mas ergui-me de novo,
Eu te agradeço, YaHWeH
            Meyer Levin, impressionado, escreveu: “Veio então a surpreendente noite em que a voz da eternidade parecia estar falando naquela casa” (página 231).

            Com o término da Dispensação da Igreja, Deus voltará a agir com Israel (Romanos 11:25-27):
            “Porque não quero, irmãos, que ignoreis este segredo (para que não presumais de vós mesmos): que o endurecimento veio em parte sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado. 
            E assim todo o Israel será salvo, como está escrito: De Sião virá o Libertador, E desviará de Jacó as impiedades. 
            E esta será a minha aliança com eles, quando eu tirar os seus pecados.”
            Nós estamos vivendo no Tempo dos Gentios (Lucas 21:24), mas, quando chegar a Plenitude dos Gentios, o término desta Dispensação, então o SENHOR retornará ao cumprimento de Suas promessas a Israel, na Dispensação do Reino Milenar, quando Cristo reinará em Israel sobre todas as nações do mundo (Salmo 2:6-9).
            Estamos vivendo nos últimos dias do Tempo dos Gentios, em que profecias parciais acerca de Israel estão se cumprindo diante dos nossos olhos, como a de Lucas 21:24 (“E cairão ao fio da espada, e para todas as nações serão levados cativos; e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem”).   
            Pensemos nessa progressão de fatos proféticos:
            1 – Israel renasceu como nação em novembro de 1947.
            2 – Israel tornou-se nação com constituição e governo, com a capital em Tel-Aviv, não em Jerusalém, em maio de 1948.
            3 – Em 1949, David Ben-Gurion proclamou Jerusalém como capital de Israel.
            4 – Em 1967, com a vitória de Israel na Guerra dos Seis Dias, Israel conquistou Jerusalém Oriental (até então no poder da Jordânia). E, de fato e de direito, agora Jerusalém se tornou a capital de Israel.
            5 – Em 1980, uma lei declarou Jerusalém como capital, eterna e indivisível, de Israel.
            Mas, então, a profecia de Jesus não dizia que Jerusalém seria pisada pelos gentios até que o fim dos tempos desse povo terminasse? Jerusalém como capital do independente, moderno e poderoso Estado de Israel não deixou de ser pisada pelos gentios?
            Não, ainda não deixou de ser humilhada, pois as declarações e leis sobre Jerusalém ser a capital de Israel deixam sob jurisdição jordaniana (árabe-muçulmana) o Monte do Templo: o ponto mais sagrado de Israel (o local do Templo do SENHOR, onde Abraão “sacrificou” Isaque, onde Davi consagrou para a construção do Templo, e onde Salomão construiu o Templo do SENHOR). Ali hoje existem uma mesquita e um monumento muçulmano. Jerusalém está sob o domínio judeu, mas seu coração ainda pertence aos árabes. Jerusalém ainda está sendo pisada pelos gentios, até que os tempos deles se completem (e, como vemos, falta muito pouco tempo: “Porque ainda um pouquinho de tempo, e o que há de vir virá, e não tardará” – Hebreus 10:37).
            As guerras modernas de Israel são evidências claras de que Deus já começou a atuar com Israel para fazer dele a capital do universo sob o Reino de Jesus. Em todas há milagres que atestam visivelmente a mão de Deus operando, revelando Suas intervenções e intenções de mostrar que este é o mais claro sinal que fim desta nossa Dispensação está chegando ao fim:
            6 E dizia esta parábola: Um certo homem tinha uma figueira plantada na sua vinha, e foi procurar nela fruto, não o achando; 
            7 E disse ao vinhateiro: Eis que há três anos venho procurar fruto nesta figueira, e não o acho. Corta-a; por que ocupa ainda a terra inutilmente? 
            8 E, respondendo ele, disse-lhe: Senhor, deixa-a este ano, até que eu a escave e a esterque; 
            9 E, se der fruto, ficará e, se não, depois a mandarás cortar. 
(Lucas 13:6-9)

            32 Aprendei, pois, esta parábola da figueira: Quando já os seus ramos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão. 
            33 Igualmente, quando virdes todas estas coisas, sabei que ele está próximo, às portas. 
(Mateus 23:32-33)
            A figueira é o povo de Israel. Durante Seu ministério, por três anos, Jesus ministrou a eles, esperando em vãos os frutos (João 1:11). Ela foi cortada (não arrancada), e agora começa a brotar novamente, então escutemos Jesus: “... quando virdes todas estas coisas, sabei que ele está próximo, às portas”. 
            As profecias de Isaías, de Ezequiel, de Daniel (principalmente 9:26), e de Jesus são tão evidentes que nós, hoje, entramos na exortação de Jesus, em Lucas 24:25, quando chamou seus discípulos de néscios: “Ó néscios, e tardos de coração para crer tudo o que os profetas disseram!”.
            O que o SENHOR Deus começou a fazer com os Judeus e com a Nação Judaica, a partir de 1947, são sinais do reflorescimento da Figueira e que Ele já começou a operar com o povo da próxima Dispensação. Logo, a atual vive seus derradeiros e transitórios momentos.
            Vejamos um pouco da História do Moderno Estado de Israel e seus desdobramentos proféticos e futuros:

            1 – 29 de Novembro de 1947 – Assembléia da ONU, presidida pelo brasileiro Osvaldo Aranha, aprova a criação do Estado Judeu na Terra de Canaã. Nessa resolução é estabelecido que o Mandato Britânico terminaria dentro de seis meses, prazo para que os judeus organizassem o seu Estado.
            2 – 14 de Maio de 1948 – Fundação do Moderno Estado de Israel. Aconteceu a PRIMEIRA GUERRA DE ISRAEL, a Guerra da Independência. Cinco nações árabes: Egito, Jordânia, Líbano, Síria e Iraque, apoiadas pela Arábia Saudita, invadem Israel.

Sob o comando do coronel egípcio Gamal Abdel Nasser que tinha a ânsia de, em 48 horas, varrer do mapa o povo de Israel. Nasser conhecendo muito bem a história de Davi e Golias, reforçou suas tropas na Faixa de Gaza, onde Davi derrotou o gigante. O pequeno e recém-nascido Israel derrotou a fabulosa coligação. E foi justamente na Faixa de Gaza que Nasser foi derrotado e preso (sendo bem tratado, foi devolvido ao Egito no acordo de paz). Conseqüências dessa vitória e do acordo de paz: Israel conquistou parte da Península do Sinai (do Egito), e parte do território israelense que estava sob o poder da Jordânia; e a URSS reconheceu o Estado de Israel.

            3 – As vitórias de Israel e as novas fronteiras entusiasmaram os judeus de vários países a retornaram à sua terra. Mas, também provocou perseguição aos judeus que viviam em países árabes. Grandes operações de resgate foram feitas:
            1) A Operação Tapete Mágico mobilizou dezenas de aviões dos EUA, França e Inglaterra, com mais de 300 vôos sem nenhum acidente, em que muitos viram o cumprimento de Isaías 60:8;

2) A Operação Ali Babá trouxe do Iraque às pressas 135 mil judeus que corriam perigo.
            Nasser, agora presidente do Egito, desde 1953 incentivava os fedayn , guerrilheiros palestinos, a sabotarem Israel. E, em 1956, nacionalizou o Canal de Suez e com a ajuda de sete nações árabes, fortemente armado e apoiado pela URSS, tomou Eilat (o porto de Israel que fica ao sul, no Mar Vermelho), impedindo Israel de ter acesso ao importante Golfo de Acaba.


            Israel declarou guerra ao Egito e contra-atacou e com a ajuda da França e Inglaterra que tinham interesses em no Canal de Suez (a participação delas, na verdade, foi a tomada por paraquedistas do Port-Said (no Mar Mediterrâneo).

Foi a SEGUNDA GUERRA DE ISRAEL, a Guerra do Suez. Israel tomou toda a Península do Sinai (depois por pressão da ONU, leia-se URSS, devolveu ao Egito) e consolidou seu território ao sul, no golfo de Acaba. Ponto importante é que Nasser mais uma vez temendo uma derrota na Faixa de Gaza, a região de Golias, concentrou uma grande parte de armamentos pesados da URSS ali e, quando foi novamente derrotado, Israel tomou aquele armamento como espólio da guerra (servindo de armas para Israel: era a espada de Golias que agora ficava em poder de Davi).

4 – Em 1967, Nasser mais uma vez organiza um audacioso ataque, com 12 nações árabes (principalmente Jordânia, Síria e Iraque), com a intenção de desferir um golpe fatal contra “os intrusos judeus na Palestina”.  Agora tinha o apoio explícito da URSS que lhe fornecia armas em troca do suado algodão dos pobres agricultores egípcios.  Era o Golias novamente de pé desafiando e pronto para humilhar os exércitos do Deus Vivo.
            A pedido do Egito, as tropas da ONU que estavam no Sinai, desde 1956, para garantir a paz, covardemente se retiraram, deixando o caminho livre para o avanço das tropas egípcias até as fronteiras de Israel. Nasser tomou o novamente o Golfo de Acaba ao sul de Israel, asfixiando Israel sem porto ao sul e sem poder fazer as irrigações no Deserto do Neguev. Eram 100 milhões de árabes contra 2 milhões e meio de judeus.
            Era a TERCEIRA GUERRA DE ISRAEL, a Guerra dos Seis Dias.
            No dia 05 de junho de 1967, aconteceu, no 20º ano de nascimento de Israel, uma das mais fabulosas e incríveis vitórias de tão poucos contra tanta multidão de inimigos.
            Somente um exemplo histórico para compreender os milagres de Deus. No segundo dia da guerra, uma guarnição israelense de 20 soldados viu-se cercada por um batalhão árabe composto de seis blindados com vinte soldados de metralhadoras e 80 soldados com fuzis soviéticos. Ao ver tamanha disparidade de forças, Yosi, comandante da guarnição israelense, disse: “Só se acontecer um milagre à moda antiga”. E lembrou-se que estavam nas terras de Dã, onde Sansão havia derrotado os filisteus. Lembrou-se da estratégia de Sansão, em queimar os rabos das raposas, incendiando os campos inimigos. Ele viu que os tanques passavam por campos secos de trigo, pois não chovia providencialmente desde abril. Vendo que suas duas metralhadores não podiam perfurar os blindados, mandou que atirassem contra as partes mais baixas dos veículos. As balas ricochetearam, fizeram fagulhas e incendiaram o trigal. Soldados egípcios saíram em disparada dos tanques, soldados soltaram suas armas para poder correr mais depressa daquele inferno. Somente dois carros blindados conseguiram recuar e fugir, tudo mais foi destruído.
            O Comandante Yosi escreveu: “E o milagre veio, e veio da Bíblia” (Juízes 15).
            Resultado da Guerra dos Seis Dias: O mundo tremeu diante de Israel; Israel rechaçou todos os invasores e consolidou ainda mais seu território (triplicando), principalmente as Colinas de Golan, ao norte – Leiamos Amós 9:15.

5 – No dia 06 de Outubro de 1973, no dia do feriado mais sagrado de Israel, o Dia do Yom Kipur (O Dia do Perdão), em que todos os judeus param todos os seus afazeres para oração e jejum, foi desferido um dos mais covardes ataques da história. Não mais doze nações, mas todos os países árabes e muçulmanos do Oriente Médio se juntaram para destruir de vez Israel.
            Foi a QUARTA GUERRA DE ISRAEL, a Guerra de Yom Kipur.  Os ataques ocorreram de todos os lados, justamente quando a maioria dos soldados israelenses estava de folga por causa do feriado religioso. Nas primeiras horas do dia, 80 aviões israelenses foram destruídos em suas bases.  Do sul, os egípcios avançaram em poucas horas mais de 100 km (eram 80 mil soldados egípcios contra um esquadrão de defesa composto de 500 soldados judeus).  Ao norte, a Síria, com 1.400 tanques contra 180 tanques de Israel, recuperou as Colinas de Golan; e ao leste as forças coligadas avançavam rumo a Jerusalém. O saldo do primeiro dia desse ataque-surpresa foi devastador para Israel. Mais de 100 aviões destruídos, centenas de tanques pulverizados e centenas de vítimas.

E o mundo e as Nações Unidas assistiam a tudo isso. Nenhuma resolução para cessar os ataques e as destruições. Nenhuma censura.
            Veio o segundo dias e mais perdas imensas. Caíram as poderosas e caras Fortificações Bar-Lev que protegiam o sul de Israel.
            28 nações, prevendo a derrota de Israel, e querendo estar ao lado dos vencedores, correram e cortaram relações diplomáticas com Israel.
            Os inimigos eram mais de 600 milhões de muçulmanos contra os 3 milhões de judeus – Salmo 118:12.
            Deus levantou Ariel Sharom, que lembrou-se uma passagem secreta na Fortificação Bar-Lev, atravessou e numa operação arrojada rumou para Cairo, cercou os batalhões egípcios por trás, deixando-os sem comunicação e cercados.
            A frente israelense nas Colinas de Golan, na Síria, começou a resistir e avançar, chegando a 40 km de Damasco.
            Os comandos do leste começaram a ter vitórias e a se dirigirem para a Jordânia.
            E os covardes da ONU fizeram agora uma reunião de emergência ordenando o cessar-fogo. Mas, por que não fizeram isso nos dias 6, 7, 8 ou 10, quando Israel estava sendo covardemente trucidado?
            Deus é o único aliado de Israel – Salmo 124:1-3.

            Não há qualquer dúvida de que o SENHOR Deus já começou a operar com Israel novamente. Parece que o calendário profético de Israel, que foi congelado com a morte do Messias, por volta do ano 30 (no término da 69ª Semana da Profecia de Daniel – Daniel 9:26), está dando os primeiros sinais que, em breve, vai começar a funcionar dando início a 70ª Semana, a última das 70 semanas determinadas para Israel – Daniel 9:24 e 27.
            Que nós, que conhecemos a Palavra Profética, possamos remir o tempo que nos resta, para conhecermos mais o SENHOR, estudar mais Seu Plano Eterno, santificar mais e mais nossas vidas, servi-lO com mais intensidade e consagração, pregando todo o conselho de Deus (Atos 20:27), inclusive o plano de Deus para Israel, a edificação da Igreja, a esperança da Gloriosa Segunda Vinda de Jesus, e a salvação em Cristo para os perdidos. 


Pagando o Pato


A história do Pato
 
Havia um pequeno menino que visitava seus avós em sua fazenda e lá foi dado a ele um estilingue para brincar no mato.
Ele praticou na floresta, mas nunca conseguia acertar o alvo.
Desanimado, ele voltava para jantar, quando viu o pato de estimação da avó e em um impulso, acertou a cabeça do pato e matou-o.
Chocado, triste e em pânico, ele escondeu o pato morto na pilha de madeira! 
Sally (sua irmã) tinha visto tudo, mas ela não disse nada. 
Após o almoço no dia seguinte, a avó disse: "Sally, vamos lavar a louça"
Mas Sally disse: " Vovó, Johnny me disse que queria ajudar na cozinha"
Em seguida, ela sussurrou ao ouvido do irmão: "Lembra-se do pato?"
Assim, Johnny lavou os pratos.
Mais tarde naquele dia, quando vovô perguntou se as crianças queriam ir pescar, a vovó disse "me desculpe, mas eu preciso de Sally para ajudar a fazer o jantar".
Sally apenas sorriu e disse, "eu vou porque Johnny me disse que queria ajudar no jantar". Novamente sussurrou no ouvido do irmão: "lembra-te do pato?"
Então Sally foi pescar e Johnny ficou para ajudar.

Após vários dias Johnny fazendo o trabalho de Sally, ele finalmente não aguentava mais.
Ele veio com a avó e confessou que tinha matado o pato.
A avó ajoelhou, deu-lhe um abraço e disse:
"Querido, eu sei... eu estava na janela e vi a coisa toda, mas porque eu te amo, eu te perdoei. Eu só estava me perguntando quanto tempo você iria deixar Sally fazer de você um escravo." 
Pensamento do dia e todos os dias depois:
Qualquer que seja o seu passado, o que você tem feito... O diabo fica jogando-o no seu rosto (mentir, enganar, a dívida, medo, maus hábitos, ódio, raiva, amargura, etc ).... seja o que for... Você precisa saber que:

Deus estava de pé na janela e viu a coisa toda.

Ele viu toda a sua vida ... Ele quer que você saiba que Ele te ama e que você está perdoado. Ele está apenas querendo saber quanto tempo você vai deixar o diabo fazer de você um escravo.
A grande coisa acerca de Deus é que quando você pedir perdão, Ele não só perdoa, mas Ele se esquece.
É pela graça e misericórdia de Deus que somos salvos.
Vá em frente e faça a diferença na vida de alguém hoje.
Compartilhe esta mensagem com um amigo e lembre-se sempre:
Deus está à janela!

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Um Crente Diferente


SEJA UM CRENTE DIFERENTE

Não queira ser conhecido(a) apenas como alguém que "não bebe, não fuma e não joga". Isso é muito pouco. A "geração saúde", que freqüenta as academias e come comida natural, não bebe e não fuma, e nem por isso podem ser chamados de cristãos. 

Também não se contente em ser chamado de crente por ter um modo diferente de se vestir. Durante muito tempo, no Brasil, a diferença que os crentes queriam mostrar era que eles se vestiam de uma maneira "esquisita", e isso acabou tornando-se motivo de chacota e que em nada engrandecia o Reino. Com certeza, usar uma roupa fora de moda, não faz de ninguém um cristão.

Também não se satisfaça com o modelo "gospel" de crente que há hoje em dia. Broche de Jesus, caneta de Jesus, meias de Jesus. Sabe-se lá onde isso vai chegar. Tem muita gente ganhando rios de dinheiro com esses "cosméticos" para o crente moderno. A grife "JESUS" tem vendido muito. Mas não adianta. Usar toda a parafernália do marketing "gospel" não faz de ninguém um cristão.

A moçada evangélica hoje está toda na Internet. Nas salas de bate papo para evangélicos. Quando se toca em assuntos importantes e profundos da vida cristã, as respostas são chavões o tempo todo. Não se pensa, cria ou reflete, só se repete chavão do tipo "glóooooria", "Ta amarrado", "É tremendooo", etc. Definitivamente, repetir chavões a todo o momento não faz de ninguém um cristão.

Seja um crente diferente. Não seja alienado da vida e de seus acontecimentos. Saiba discutir e entender as questões existenciais, como a dor, a miséria, a sexualidade, a paixão, o amor. Seja um crente que não vive acuado, com medo de tudo, vendo o diabo em toda a parte e querendo amarrá-lo a todo o momento. Jesus Cristo o derrotou na cruz, ele é um derrotado, e você não precisa ficar se preocupando com ele 24 horas por dia. 

Seja um crente que saiba falar de tudo e não apenas de religião, e que tenha, em todas as áreas, discernimento e sabedoria. Seja um crente que não tenha uma atitude conformista diante do mundo, do tipo: "Ah, Deus quis assim....", mas seja um agente de transformação nas mãos de Deus. 

Que a sua diferença não esteja na roupa, mas na essência: coração bom, olhos bons. Seja um crente que cria os filhos com liberdade, apenas corrigindo-lhes, para que cresçam e desabrochem toda a criatividade que Deus lhes deu. Seja um crente que vive bem com o seu próximo. Seja reconhecido como um crente pelo que você "é" e não por aquilo que você "não faz". Seja um crente simpático aos outros, agradável, piedoso, que se entristece com a dor do próximo, mas também se alegra com o seu sucesso (já reparou que as pessoas se solidarizam com nossas derrotas, mas poucos manifestam alegria quando vencemos?).

Não queira ter de falar a todo momento que é crente, para que outros saibam, mas viva de tal modo que outros percebam Cristo em você.




Deus te abencoe!

quinta-feira, 21 de abril de 2011

A Verdadeira Páscoa


A PÁSCOA 

"Sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito[e sem mácula, o sangue de Cristo, conhecido, com efeito, antes da fundação do mundo, porém manifestado no fim dos tempos, por amor de vós " 
(I Pedro 1:18 ao 20)

O comércio voraz, faminto de dinheiro, trocou o cordeiro pelo coelho. Aliás, um coelho muito versátil, quase milagroso, que põe ovos de chocolate de todos os tamanhos e para todos os gostos. Para o consumismo insaciável, a essência da páscoa não tem a menor importância. O que importa é vender, vender muito, ainda que na mente das pessoas a verdade seja sacrificada, e o cordeiro fique esquecido. Para uma sociedade materialista, secularizada e consumista cujo deus é o ventre, o importante é empanturrar o estômago de chocolate, ainda que se sacrifique no altar do comércio esfaimado, a essência da verdade. 

Preocupante é o fato de fazermos parte desta cultura sem nenhuma reação de inconformação. Fazemos como Eli, banqueteando com as gorduras tiradas pecaminosamente do altar, sendo coniventes com os pecados de uma geração que se recusa a dar ouvidos à verdade de Deus. Nossos filhos são levados a assimilar mais o coelho, ou melhor, o chocolate, do que o cordeiro que foi morto por nós. Vêem mais o retrato das lojas agressivamente decoradas do que a história eloqüente da libertação do povo de Deus. Precisamos investir mais tempo ensinando aos nossos filhos sobre a Páscoa.

Esta é uma história central do Antigo Testamento. Foi naquela noite fatídica que o povo de Deus foi salvo da tragédia da morte dos primogênitos, porque um cordeiro tinha sido sacrificado e o seu sangue havia sido aplicado sobre as vergas das portas. Esta é a história épica da libertação do povo de Deus do cativeiro, com mão forte e poderosa.

A Bíblia fala que Jesus é o nosso cordeiro pascal. O cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo é Jesus. Foi ele quem foi imolado na cruz por nós. Ele sofreu o castigo que nos traz a paz. Deus lançou sobre Ele a iniqüidade de todos nós. Ele, como ovelha muda, foi para o matadouro, carregando sobre o seu corpo, no madeiro, os nossos pecados. Ele se fez maldição por nós. Ele se fez pecado por nós. Ele morreu exangue na cruz, adquirindo para nós eterna redenção. Esta é a história da nossa alforria. É a história da nossa libertação do cativeiro. É a história da nossa eterna salvação. Não podemos deixar que ela seja distorcida e diluída em chocolate. Não podemos permitir que o maior de todos os sacrifícios, vivido na hora mais amarga do Filho de Deus, bebendo sozinho o cálice da ira divina, seja reduzido a um festival de gastronomia. 

O coelho é um intruso que nada tem a ver com a festa da páscoa. Esta festa é a festa do cordeiro, do Cordeiro de Deus. Ele sim, deve ser o centro, o conteúdo, a atração e a razão de ser desta festividade. Que a nossa família possa estar reunida não em torno do ovo de chocolate, mas em torno de Jesus, o Cordeiro que foi morto, mas vive pelos séculos dos séculos, tendo a certeza que estamos debaixo do abrigo de seu sangue.

Pense nisto: "Cristo, que é a nossa páscoa, já foi sacrificado por nós." 


Não estamos proibidos de comer chocolate, mas não devemos ignorar o verdadeiro sentido da páscoa. Temos, sim, uma comemoração relacionada a essa festa: a ceia do Senhor. Esta é a nossa páscoa. Não realizada apenas uma vez por ano, mas todas as vezes que comemos os alimentos sem fermento, o pão e vinho, em memória da morte do Senhor Jesus. 

Estamos assim, a família do Senhor, simbolicamente comendo a carne do cordeiro e bebendo o seu sangue. Nesse momento, nos recordamos que éramos escravos no Egito, o mundo, e que Faraó, Satanás, nos mantinha sob o seu domínio. Mas, naquela tarde de páscoa, o Cordeiro de Deus, o primogênito de Deus, morreu em meu lugar, no seu lugar. 

Regozijemo-nos e alegremo-nos na certeza que o anjo da morte não nos alcançará, pois :


"Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus" (Romanos 8:1)

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Casamento é Assunto Sério - Casamento é de Deus

Gênesis 2:18-25


Hoje, há falta de respeito para as coisas que Deus criou. O plano de Satanás é querer destruir e prejudicar tudo, item por item, que Deus fez.

            1 - Deus criou a terra, mas o homem procura a destruí-la. No fim do mundo Jesus vai destruir os que destroem a terra -  Apocalipse 11:18.

            2 - Deus criou as nações; Satanás as engana -  Apocalipse 12:9; 20:8.

            3 - Deus criou a igreja; Satanás procura destruí-la com falsos ensinos e falsas conversões – Mateus 13:24-26.

            4 - Deus criou a família também. Satanás procura destruí-la. Ele despreza e ataca o casamento. Faz o mundo pensar que o casamento é desnecessário; uma coisa do passado. A Bíblia declara que o matrimonio deve ser venerado. Se a família for destruída, a sociedade inteira e as igrejas serão seriamente afetadas. A base da sociedade é a família. E a família começa com o matrimonio. Sempre foi assim.

A FICÇÃO:
“A Lagoa Azul” é um filme de Hollywood, com Brooke Shields e Christopher Atkins. O filme encena um naufrágio onde duas crianças sobrevivem, passam a viver numa ilha deserta e, com o tempo, descobrem a própria sexualidade e acabam tendo um filho. Grande parte do roteiro do filme é passado na sexualidade e sexualização, dando uma mensagem de educação sexual direta: quando o “amor” vem, não há a necessidade de casamento e mais nada. É só se entregar ao sexo.

A REALIDADE:

Se duas crianças acabam sozinhas numa ilha deserta, o que pode acontecer? 
Em primeiro lugar, a probabilidade da morte. Se conseguirem vencer esse obstáculo e se tornarem adolescentes, um relacionamento sexual é quase inevitável, onde a natureza seguirá seu curso.

O propósito aparente do filme era mostrar tudo ao natural, mas o que não estava tão aparente é que esse tudo não incluía tudo do natural. Hollywood só queria a parte do sexo, não dos frutos.

Enquanto que no filme a encenação fictícia termina com um filho para o casal jovem, a realidade não tem as limitações impostas pelas ideologias seguidas e promovidas por Hollywood. Um homem e uma mulher vivendo na liberdade da natureza terá tantos filhos quanto a natureza proporcionar. Na natureza, não há esterilização médica propositada. Na natureza, não há anticoncepcionais.

O fato é que na vida real, homens são homens e mulheres são mulheres. Na natureza, quando um homem e uma mulher iniciam uma relação sexual, iniciam-se também as grandes possibilidades de nascimentos de bebês. E filhos precisam de pais responsáveis, precisam de segurança, precisam de um lar, de educação, de provisão e de amor, proteção e preseça tanto do pai quanto da mãe. Filhos precisam de Deus. Isto Hollywood nunca vai dizer ou mencionar. Vão mentir e fantasiar. Vão enganar os jovens. Vão seduzir os casais. Vão deixar "tudo como o diabo gosta". Por isso devemos seriamente estudar, na Palavra de Deus, que:

I - JESUS DISSE QUE O MATRIMONIO É DE DEUS - Marcos 10:6-9
 Jesus reconheceu este fato quando disse que "desde o princípio da criação, Deus os fez macho e fêmea. Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á a sua mulher. E serão os dois uma só carne: e assim já não serão dois, mas uma só carne. Portanto o que Deus ajuntou não o separe o homem.".

            Jesus defendeu e aprovou o caso de Adão e Eva, como um casamento que veio de DEUS. Foi o único exemplo que Jesus citou sobre o casamento. É um casamento "feito no céu" ou aprovado, sim, por Deus. Não existia nenhuma igreja, nenhuma nação. Claro que não existia um cartório. MAS existia uma autoridade que não só estava de acordo com a existência da família, mas também era "responsável" pelo próprio casamento.


II - JESUS DEU HONRA AO CASAMENTO POR INICIAR SEU MINISTÉRIO NUMA CERIMÔNIA DE CASAMENTO – JOÃO 2:1-11

             Jesus mostrou sua aprovação e deu importância e honra à cerimônia de casamento, quando Ele participou e abençoou as "bodas em Caná da Galiléia" com a sua mãe e seus discípulos. João 2:1-2.

             Foi uma cerimônia realizada perante Deus, testemunhada por Jesus e tendo seus discípulos presentes. Assim também, as igrejas batistas não fazem casamento. Ninguém em nosso meio acredita que a igreja faz casamento. Nós pedimos as bênçãos de Deus sobre a formação de uma nova família, e realizamos a cerimônia seríssima em que os dois jovens fazem um pacto diante de Deus de unir suas vidas perpetuamente. 

III - O CASAMENTO CRIA UMA NOVA FAMÍLIA
Gênesis 2:24 e Mateus 19:5 ensinam que o homem deixa sua família e "apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne," ou uma nova entidade, uma nova família. Ambos serão uma carne" mostra que são "co-herdeiros da graça da vida," 1 Pedro 3:7.

  1 Pedro 3:1, 1 Coríntios 11:2 e Efésios 5:22-23 mostram que a mulher é submissa e auxiliadora do seu próprio marido. Ela é submissa só ao seu próprio marido e não ao sogro ou seu pai ou outro homem. Faz parte da formação de uma nova família.

            1 Pedro 3:7 e Efésios 5:25,28-31 ensinam que o homem deve amar sua mulher como seu próprio corpo; como Jesus ama a igreja. Deve viver com sua mulher com "entendimento, dando honra à mulher." Os dois são um só. "Por isso deixará o homem seu pai e sua mãe, e se unirá a sua mulher (porque casou-se com ela!) e serão dois numa carne. Assim também vós cada um em particular ame a sua própria mulher como a si mesmo, e a mulher reverencie o marido," Efésios. 5:31. Eles são uma nova família.


IV - CASAMENTO É PERMANENTE E EXIGE FIDELIDADE
Em todas as passagens bíblicas que tratam de casamento, a ênfase é da sua permanência. Na criação da família em Gênesis 2:23-24, Deus disse que "serão ambos uma carne." Jesus citou este caso em Mat. 19:3-9, Marcos 10:2-12 e disse: "Portanto o que Deus ajuntou não o separe o homem." Ninguém deve ser culpado de destruir a família, de separar um marido da sua esposa. O matrimonio deve ser mantido a todo custo. Casamento dura até a morte de um dos cônjuges.


V – O CASAMENTO DEVE SER MANTIDO COM AMOR – COLOSSENSES 3:14

     "E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição."
           Deus é amor, e todas as coisas que o SENHOR Deus criou as fez com amor e por amor. E assim é que devem também ser preservadas. Por isso, acima de tudo, o papel do marido é amar a Deus e à sua esposa. E o papel da mulher é amar a Deus e ao seu esposo.

            Como se ama?

            Com o verdadeiro AMOR ÁGAPE, que respeita, que quer o bem, que se sacrifica, que se controla, que não ofende, que nunca maltrata ou fere...

            Respeito é a palavra-chave...

Leia 1 Coríntios 13:4-8 A